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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

ESCAPULARIO AZUL DA IMACULADA CONCEIÇAO

Escapulário Azul: O Escapulário Azul teve
sua origem com a aparição de Nossa Senhora
Imaculada Conceição acontecida em dois de
fevereiro de 1617 a Venerável Irmã Úrsula
Benincasa, fundadora das irmãs Teatinas na
cidade de Nápoles Itália. O Escapulário Azul é
dado por Nossa Senhora a Irmã Úrsula com o
breve pedido de difundi-lo entre todos os
fiéis que creem em sua proteção maternal e
prometendo a todos que usarem com devoção
os seguintes privilégios:
1- Estarão todos cobertos pelo seu manto
Sagrado;
2- Terão sua defesa contra todas as
armadilhas do inimigo que nos conduzem ao
pecado;
3- Indulgências plenárias e parciais, tanto na
vida quanto na morte;
4- Cura nas enfermidades;
5- Fortaleza de fé diante das dificuldades;
6- Uma boa morte assistido pelos sacramentos
da unção e reconciliação;
7- Sabedoria e a luz de Deus nos momentos
difíceis;
8- A defesa de Nossa Senhora no dia do
julgamento final;
9- Um escudo de graças contra todos os
perigos;
10- Sua eterna interseção junto a Jesus e muitas outras graças.Esta Aparição vem
preparar o mundo inteiro para a promulgação
do dogma da Imaculada Conceição de Maria
pela igreja em oito de Dezembro de 1854
Ao fiel que usa o Escapulário Azul
devidamente imposto, lucram as mesmas
indulgências plenárias que são concedidas nas
visitas as sete Basílicas de Roma, a Igreja da
Porciúncula de Assis, a Igreja de Santiago de
Compostela e a Terra Santa, quotidianamente, a
cada vez que rezarem 6 (seis) Pai-Nossos, 6
(seis) Ave-Marias e 6 (seis) Glórias ao Pai, em
honra da Santíssima Trindade e da Bem-
Aventurada Virgem Maria concebida sem pecado,
orando ao mesmo tempo pela exaltação da
Santa Igreja Romana e pela extirpação das
heresias.
Indulgência plenária:
– No dia da imposição do escapulário;
– Na hora da morte;
– Todo primeiro domingo do mês;
– Todo sábado da Quaresma;
- Na domingo e na sexta-feira da semana que
antecede a Semana Santa;
- Na Quarta, Quinta e Sexta-Feira da Semana
Santa;
– Em um dos dias das Quarenta Horas;
– No primeiro domingo de Julho;
- No primeiro e último domingo da novena de
Natal;
- Nas festas do Natal, Páscoa, Ascensão,
Pentecostes, Invenção e Exaltação da Santa
Cruz;
- Nas festas da Imaculada Conceição, da
Purificação, da Anunciação, da Assunção e da
Natividade de Nossa Senhora;
– No dia 2 de agosto, festa da Porciúncula;
- Nas festas de São Miguel, Anjos da Guarda,
São José, São João Batista, São Pedro e São
Paulo, Santo Agostinho, Santa Teresa de Ávila e
Todos os Santos.
- Uma vez durante qualquer retiro de ao menos
3 dias;
- Uma vez num dia qualquer do ano, à escolha
da pessoa;
- Nas festas principais dos teatinos, a saber: 24
de março, 12 de abril, 17 de julho, 7 de agosto,
10 de novembro e 13 de dezembro.
- No dia da primeira Santa Missa, se o que usa o
escapulário é sacerdote;
- Duas vezes no mês, em dia à escolha da
pessoa;
- Pode-se, além disto, ganhar as mesmas
indulgências das Estações de Roma, nos dias
designados pelo missal, visitando-se nesses
dias uma igreja dos teatinos ou, se não for
possível, a própria paróquia. Os dias assim
designados pelo missal são: Os domingos do
Advento; os dias 26, 27 e 28 de dezembro; as
festas da Circuncisão do Senhor e da Epifania;
os domingos da Septuagésima, Sexagésima e
Quinqüagésima; a quarta-feira de Cinzas e
todos os dias que lhe seguem, até ao domingo
de Pascoela inclusive; a festa de São Marcos
(25 de abril) e os três dias das rogações; a festa
da Ascenção; a vigília de Pentecostes e todos os
dias da semana que lhe segue; os três dias das
4 Têmporas).
Indulgência Parcial ao fiel que usa o Escapulário
Azul devidamente imposto, concede-se lucrar
(bastando estar em estado de graça e ter a
intenção geral de ganhar todas as indulgências
que puder):
- 60 anos de indulgência pela prática da
meditação diária por ao menos meia hora, a
cada vez.
- 20 anos a cada dia das oitavas das festas de
Nosso Senhor e outras festas de diversas Ordens
Religiosas;
- 20 anos ao visitar os enfermos, ou, havendo
impedimento para tanto, ao rezar 5 Pai-nossos e
5 Ave-Marias pelos enfermos;
- 7 anos e 7 quarentenas em todas as festas de
Nossa Senhora não mencionadas acima;
- 7 anos e 7 quarentenas cada vez que se
confessarem e comungarem;
- 5 anos e 5 quarentenas cada vez que visitarem
uma igreja dos teatinos ou a pópia igreja,
rezando aí 5 Pai-nossos, 5 Ave-Marias e 5
Glórias-ao-Pai em honra da Santíssima Trindade
e da Bem-Aventurada Virgem Maria concebida
sem pecado, orando ao mesmo tempo pela
exaltação da Santa Igreja Romana e pela
extirpação das heresias;
- 300 dias em cada dia da oitava de
Pentecostes;
– 200 dias a cada vez que ouvir uma pregação;
- 60 dias a cada vez que se fizer qualquer ato de
piedade;
- 50 dias a cada vez que se invocar devotamente
os Nomes de Jesus e Maria;
- 50 dias a cda vez que rezar um Pai-nosso e
Ave-Maria pelos fiéis vivos e defuntos.
Para lucrar estas indulgências tem que estar
em estado de graça se não estiver, pode ser
recuperado por um ato de contrição unido ao
propósito de confessar-se o pecado grave mais
rapido possível). Todas estas são aplicáveis as
almas dos fiéis defuntos. Este extraordinário
privilégio foi reconhecido e confirmado pela
Santa Sé em decreto de 31 de março de 1856,
confirmado pelo papa Pio IX em 14 de abril do
mesmo ano.(Essas quantidades de tempo
mencionadas significam que o fiel recebe, do
Tesouro Espiritual da Igreja, uma remissão das
penas temporais de seus pecados já perdoados.

Alguns Santos de Nossa Igreja usaram e
propagaram esse Sacramental, onde
destacamos três:- Santo Afonso Maria de
Ligório – Santo intercessor da Associação
Católica Pio XII, foi sem dúvida o maior
promotor dessa Devoção Mariana, ele usava e
ensinava aos seus discípulos como gozar das
promessas de Nossa Senhora. Inclusive para
quem já leste a obra Glórias de Maria, pode
observar que ele escreve uma pequena
reflexão sobre o Escapulário Azul nessa
célebre obra.- São Domingos Sávio - usava
constantemente o Escapulário Azul, fundando
em 08/06/1856 uma irmandade da Imaculada
Conceição difundindo assim esta devoção ao
Escapulário Azul.- São Pio X Papa - o usava
com muita devoção sobre o peito, sinal
constante de seu amor a Maria.

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