RAINHA

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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

VIDA DE SÃO GABRIEL DA VIRGEM DOLOROSA

São Gabriel de Nossa Senhora das Dores[1](também conhecido como São Gabriel da Virgem Dolorosa), (nascido Francesco Possenti 1 de março de 1838, - 27 de fevereiro de 1862) viveu no século XIX, na cidade de Isola del Gran Sasso, na região de Abruzzo, Itália. Ele era conhecido por sua grande devoção às dores da virgem Maria.

Gabriel de Nossa Senhora das Dores, a quem Leão XIII chamava o São Luiz Gonzaga de nossos dias, nasceu em Assis a 1 de março de 1838, filho de Sante Possenti di Terni e Inês Frisciotti. No mesmo dia que viu a luz do mundo, recebeu a graça do batismo, na mesma pia, em que foi batizado o grande patriarca S. Francisco, na Igreja de S. Rufino.

O pai do Santo, já com vinte e dois anos era governador da cidade de Urbânia, cargo que sucessivamente veio a ocupar em S. Ginésio, Corinaldo, Cingoli e Assis. Como um dos magistrados dos Estados Pontifícios, gozava de grande estima do Papa Pio IX e Leão XIII honrava-o com sua sincera amizade. A mãe era de nobre família de Civitanova d’Ancona. Estes dois cônjuges apresentavam modelos de esposos cristãos, vivendo no santo temor de Deus, unidos no vínculo de respeito e amor fidelíssimo, que só a morte era capaz de solver. Deus abençoou esta santa união com treze filhos, dos quais Gabriel era o undécimo. Este, no batismo recebeu nome de Francisco, em homenagem a seu avô e ao Seráfico de Assis.

Dando testemunho da educação que recebiam na família, no Processo da beatificação do Servo de Deus, os seus irmãos declararam: “Nós fomos educados com o máximo cuidado, no que diz respeito à piedade e à instrução. Nossa mãe era piedosíssima e nos educou segundo as máximas da nossa santa Religião”. Nos braços, sobre os joelhos de uma mãe profundamente religiosa o pequeno Francisco aprendeu os rudimentos da vida cristã e pronunciar os santos nomes de Jesus e Maria.

A grande felicidade que na infância reinava, experimentou um grande abalo, quando inesperadamente o anjo da morte veio visitar aquele lar e arrebatar-lhe a mãe. D. Inês sentindo a última hora se aproximar, na compreensão do seu dever de mãe cristã reuniu todos os filhos à cabeceira do leito mortal, estreitou-os, um por um, ao seu coração, selou a sua fronte com o último beijo, deu-lhes a bênção, distinguindo com mais carinho os de tenra idade, entre estes, Francisco; munida de todos os sacramentos, confortada pela graça de Deus, na idade de 38 anos deixou este mundo, para, na eternidade, perto de Deus, receber o prêmio de suas raras virtudes.

Do pai, o próprio filho Francisco ao seu diretor espiritual deu o seguinte testemunho: Meu pai, declarou, tinha por costume levantar-se bem cedo. Dedicava uma hora à oração e meditação; se neste tempo alguém desejava falar-lhe, havia de esperar pelo fim das práticas religiosas. Terminadas estas, ia à igreja assistir a santa Missa e costumava levar consigo dos filhos os que não fossem impedidos. Finda a santa Missa metia-se ao trabalho. À noite reunia seus filhos e dava-lhes sábios conselhos e úteis exortações. Falava-lhes dos deveres para com Deus, do respeito devido à autoridade paternal e do perigo das más companhias. “Os maus companheiros, dizia ele, são os assassinos da juventude, os satélites de Lúcifer, traidores escondidos e por isso para os temer e deles ter cuidado”.

Os biógrafos de Francisco fazem ressaltar em primeiro lugar a extraordinária bondade de coração do menino, principalmente para com os pobres. Muitas vezes ficou ele sem a merenda, por tê-la dado aos pobres. Entre seus irmãos era ele o anjo da paz, sempre pronto para desculpar e para defendê-los, quando acusados injustamente. Não suportava a injúria, fosse ela atirada a si ou a um dos seus. Com a maior facilidade se desfazia de objetos de certo valor, com que tinha sido homenageado. Assim presenteou a um de seus irmãos de uma bela corrente de prata, que tinha recebido de um parente. Estes belos traços no caráter de Francisco não afastam certas sombras que nele subsistiam também. Os que o conheciam meigo, bondoso, compassivo, sabiam-no também ser nervoso, impaciente, irascível.

Por felicidade sua o senhor Sante, seu pai não era daqueles que desculpam os caprichos de seus filhos, pretextando serem crianças, sem pensar que mais tarde terão de pagar bem caro esta condescendência e fraqueza. O verdadeiro amor cristão fê-lo combater sem tréguas todos os defeitos. Francisco era obediente e tinha grande respeito ao pai, o que aliás não impedia que diante de uma severa repreensão desse largas ao seu gênio impulsivo, com palavras e gestos demonstrando o seu descontentamento, sua raiva. Mas tudo isto era fogo fátuo. Logo voltava às boas; sua boa índole não permitia, que estas revoltas interiores durassem muito tempo. Era encantador ver, momentos depois, o menino desfeito em pranto, procurar o pai e por seus modos ingênuos e infantis, assegurar-se do perdão e do amor do Sr. Sante. Este, fingindo não dar crédito a estas demonstrações, retrucava bruscamente: “Nada de carícias; quero ver fatos”. Então o menino se atirava ao colo do pai, beijava-o e sentia-se feliz, em ter voltado a paz, com o perdão paterno. Nesta escola de sábia pedagogia Francisco cedo aprendeu combater e vencer seus defeitos.

Por algum tempo Francisco ficou entregue aos cuidados de um mestre; depois freqüentou o colégio dos Irmãos das Escolas Cristãs, onde fez rápidos progressos, figurando sempre entre os melhores alunos. Na idade de sete anos fez a sua primeira confissão.

Um ano depois, em junho de 1846 recebeu o sacramento da confirmação. Tudo isto prova que o menino já se achava bem instruído nas verdades da nossa fé, graças ao sólido ensino que lhe dispensavam os beneméritos Irmãos Sallistas.
Nesse mesmo tempo caiu também a data da sua primeira comunhão, para qual se preparou com todo o esmero. Testemunha de vista desse grandioso ato diz: “O fervor com que o vi chegar-se da sagrada mesa, o espírito de fé, que se estampava no seu semblante, o vigor dos seus afetos foram tais, que se chegava a crer ser ele levado por um Serafim”.

Esses sentimentos de fé e de piedade, aquelas chamas de amor ao SS. Sacramento não mais se separaram do coração de Francisco nos anos de sua mocidade, nem no meio de uma vida dissipada de certo modo mundana. Não menos certo é que a freqüente recepção da santa comunhão preservou-o de graves desvios no meio das tentações do mundo.

Terminados os estudos elementares, o pai pensou em procurar para Francisco uma educação mais elevada, de acordo com a sua posição social e confiou seu filho aos Padres Jesuítas que na cidade de Spoleto dirigiram um colégio. Neste educandário passou Francisco os anos todos de sua mocidade no mundo e chegou a cursar os quatro semestres de estudos filosóficos. Estudante inteligente e cumpridor exato de seu dever que era, deixou boa memória naquele colégio e formavam-se as mais belas esperanças a seu respeito. Ano não passava, que não tirasse um prêmio; no fim dos seus estudos foi distinguido com uma medalha de ouro. Mestres e colegas igualmente o estimavam. Tudo nele encantava: os seus modos delicados e gentis, a modéstia no falar, o sorriso benévolo que lhe afloravam aos lábios, o garbo com que se sabia ver em circunstâncias mais solenes, os sentimentos nobres que dominam em todo o seu proceder.

Aos seus mestres devotava sempre a máxima estima e profunda gratidão. Das práticas de piedade era rígido observador e com regularidade freqüentava os santos sacramentos. Não há dúvida, que, dada a ocasião, o seu gênio impetuoso e quente o levava a transportes de veemência e de cólera. Mais estes excessos eram sempre seguidos de lágrimas de arrependimento e de penitência . Desde a sua infância mostrou devoção particular a Nossa Senhora das Dores, uma imagem da qual se conservava em sua família; e cabia-lhe a ele adorná-la de flores e manter acesa uma lâmpada diante da estátua. Afirma um dos seus irmãos, Eurique Possenti, que viu Francisco, no último ano que passou em casa, usar de cilício de couro com pontinhas de ferro. Outro testemunho, da família Parenzi, declara: “Sua conduta religiosa e moral tem sido irrepreensível; dada a grande vigilância de meus pais, não teria sido admitido em nossa família, se não fosse realmente virtuoso”.

Para completar a imagem do jovem estudante e assim melhor poder compreender a mudança que nele mais tarde se efetuou, tenha aqui lugar a descrição da solene distribuição de prêmios, da última em que Francisco tomou parte no colégio dos Jesuítas em Spoleto, em setembro de 1856. Os melhores alunos tinham sido escolhidos para abrilhantar a cerimônia com discursos e declamações poéticas. Entre eles Francisco ocupava o primeiro lugar. Ninguém se lhe igualava em elegância exterior, no garbo de representar, na graça de declamar, na graciosidade da gesticulação, no timbre encantador da voz. Podendo representar no palco, parecia estar no seu elemento e fazia-o com toda a naturalidade e perfeição.

Em sua aparência não deixava nada a desejar: tudo obedecia às exigências da última moda: o cabelo esmeradamente penteado, o traje elegante e ricamente adornado, as luvas brancas, gravata de seda, sapatos luzidios e artisticamente acabados, a tudo isso Francisco ligava máxima importância. Em certa ocasião recitou com tanto ardor e tamanho foi o entusiasmo que excitou no auditório, que o delegado apostólico Mons. Guadalupe, que presente se achava, ao pai de Francisco que ao seu lado se achava disse: “se vosso filho aqui presente estivesse, abraçava-o em vosso lugar”.

As raras qualidades morais, que o adornavam, a figura simpática e atraente na flor da mocidade, a extrema vivacidade que nele se observava, não deixaram de emprestar-lhe um leve sombreado de vaidade, que de algum modo chegou a dominá-lo. Esta vaidade se lhe patenteava na exigência que fazia no modo de se trajar, sempre na última moda, de perfumar o cabelo e este sempre tratado com cuidado, de se aborrecer com uma nódoa por mais insignificante que fosse, no fato, no amor que tinha a divertimentos alegres e aos esportes mundanos.

O inimigo das almas tirou proveito dessas fraquezas. Se não conseguiu roubar-lhe a inocência, não foi porque não lhe poupasse contínuos assaltos, bem sucedidos. A paixão pelo teatro, a verdadeira mania por bailes, o amor à leitura de romances eram tantos escolhos, tantos perigos, que é de admirar que o jovem Francisco não caísse presa das ciladas diabólicas. Tão pronunciada era sua paixão às danças, que lhe importou a alcunha de “bailarino”. Assim um dos seus mestres, Pe. Pinceli, Jesuíta, quando soube da inesperada fuga de Possenti do mundo para o convento, disse: “O bailarino fez isto? Quem esperava uma tal coisa! Deixar tudo e fazer-se religioso no noviciado dos Padres Passionistas!”
Francisco bem conhecia o perigo em que nadava, e não faltava quem o chamasse à atenção, o lembrasse da necessidade da oração, da vigilância, da mortificação, da devoção a Jesus e Maria, de não perder de vista a eternidade, etc. Em uma carta que lhe escreveu o Pe. Fedeschini, S. J. há todos estes avisos; o conselho de fugir das más companhias, de dar desprezo à vaidade no vestir e falar, de largar o respeito humano, de fazer meditação diária e receber os sacramentos.

Com todas as leviandades e suas perigosas tendências para o mundo, Francisco não deixava de ser um bom e piedoso jovem, a quem homens sábios e virtuosos não pudessem escrever com confiança, benevolência e estima e cujas palavras não fossem aceitas com respeito e gratidão.

“Muitas vezes” – diz quem bem o conhecia – “Possenti sentiu o chamado de Deus, de deixar a vida no mundo e trocá-la com o estado religioso”. Seu diretor, Pe. Norberto, Passionista, declara: “A vocação, se bem que descuidada e sufocada, estava nele havia muito tempo e ele a sentiu desde os mais tenros anos. Muitas vezes o servo de Deus disse-me isto, lastimando a sua ingratidão e indiferença”.

O mesmo sacerdote relata: “A sua vocação se manifestou do seguinte modo: Não sei em que ano foi, sentiu-se ele acometido de um mal, que o fez pensar na morte. Teve então a inspiração de prometer a Deus entrar numa Ordem religiosa, caso recuperasse a saúde. A promessa foi aceita, pois melhorou prontamente e em pouco tempo se achou restabelecido. A promessa ficou como se não fosse feita. O jovem tornou a dar o seu afeto ao mundo e se entregou à dissipação como antes. Não tardou que Deus lhe mandasse outra enfermidade, uma inflamação interna e externa da garganta, tão grave, que parecia a morte iminente já na primeira noite, tornando-se-lhe dificílima à respiração. Novamente o enfermo recorreu a Deus e invocando Santo André Bobola, aplicou ao lugar dolorido uma estampa do mesmo Santo,e renovou a promessa de abraçar o estado religioso. As melhoras se acentuaram quase instantaneamente e teve o enfermo uma noite tranqüila e não mais voltaram as angústias da dispnéia. Deste extraordinário favor o jovem se lembrou sempre com muita gratidão. Manteve também por algum tempo o propósito de fazer-se religioso, mas diferindo-lhe a execução, o amor ao mundo voltou e no mundo continuou a viver.

Das paixões de Francisco, uma das mais fortes foi a da caça. A esta paixão ele pagava tributos bem pesados e seu diretor espiritual não hesitou em atribuir a este esporte a cruel moléstia, que o ceifou na flor da idade. Certa vez, em pular uma cerca, chegou a cair e com tanta infelicidade, que quebrou-lhe um osso do nariz. O fuzil disparou e o projétil passou-lhe rentinho pela testa, pouco faltando que lhe rebentasse o crânio. Francisco reconhecendo logo a providência deste aviso, renovou a sua promessa. Ficou com as cicatrizes, mas deixou-se ficar no mundo.

A graça divina também não se deu por vencida. Rejeitada três vezes, tentou um quarto golpe, mais doloroso ainda. De todos de sua família Francisco dedicava terníssima amizade a sua irmã Maria Luzia, nove anos mais velha que ele, e esta amizade era correspondida com todo afeto. Em 1855 irrompeu em Spoleto a cólera e Maria Luiza foi a primeira vítima da terrível epidemia. Foi no dia Corpus Christi, e a notícia alcançou Francisco, quando, na procissão, levava a cruz. A morte da irmã feriu profundamente o coração do jovem e mergulhou sua alma em trevas nunca antes experimentadas. Perdeu o gosto de tudo e se entregou a uma tristeza inconsolável. Parecia, que com este golpe a graça divina tivesse removido o último obstáculo de a promessa se cumprir. Assim ainda não foi. Todo acabrunhado, Francisco manifestou ao pai sua resolução de entrar para o convento chegando a dizer que para ele tudo se tinha acabado nesta vida. Possenti, receando perder seu filho a quem muito amava, não recebeu bem a comunicação e pediu-lhe nunca mais tocasse neste assunto. Aconselhou-o a se distrair, a afastar os pensamentos tristes a procurar a sociedade, freqüentar o teatro; chegou a insinuar-lhe a idéia de procurar a amizade de uma donzela distinta, de família igualmente conceituada, na esperança de nos entendimentos inocentes ela conseguir de fazê-lo esquecer-se dos seus intentos religiosos.

Na igreja metropolitana de Spoleto gozava de uma veneração singular uma imagem de Nossa Senhora; a esta imagem chamava simplesmente “a Icone”. Na oitava do dia 15 de agosto esta imagem era levada em solene procissão por dentro da igreja e não havia quem não se ajoelhasse à sua passagem. Em 1856 Francisco Possenti achava-se no meio dos fiéis e todo tomado de amor por Maria Santíssima, os seus olhos se fixavam na venerada imagem como que esperando por uma bênção especial. Pois, quando a “Icone” vinha aproximando-se do jovem, parecia ela lhe atirar um olhar todo especial e lhe dizer: “Francisco, o mundo não é para ti; a vida no convento te espera”. Esta palavra, qual uma seta de fogo cravou-lhe no coração; assim saiu da igreja desfeito em lágrimas. Estava resolvido a realizar desta vez o plano de alguns anos. Tratou, porém, de não dar por enquanto nenhuma demonstração do seu intento.

Embora certo de sua vocação, mas desconfiando da sua fraqueza, e para não ser vítima de uma ilusão procurou seu mestre no liceu e diretor espiritual Pe. Bompiani, Jesuíta e a ele se abriu inteiramente, fazendo do conselho do mesmo depender sua resolução definitiva. O exame foi feito com toda sinceridade e tendo tomado em consideração todos os fatores influentes no passado da vida do jovem, o Pe. Bompiani não duvidou de se tratar de uma vocação verdadeira e animou o jovem a seguí-la. Consultas que fez com mais dois sacerdotes de sua inteira confiança, tiveram o mesmo resultado. Francisco se resolveu então a pedir sua admissão na Congregação dos Passionistas. Comunicar ao pai a resolução tomada, não foi fácil. Mas desta vez o Sr. Sante, homem consciencioso, vendo a aflição e a firmeza de seu filho, não mais se opôs; tomado, porém, de espanto quando soube que a Congregação por Francisco escolhida, a dos Passionistas, era de todas a mais austera. Se bem que não se opusesse à vontade do filho, tratou de procrastinar a execução do seu plano e impor condições.

Francisco, porém, ficou firme. Tomou ainda e pela última vez, parte na solenidade da distribuição dos prêmios, no colégio dos Jesuítas, fez como sempre um papel brilhante no palco, despediu-se dos seus professores, dos seus amigos e em companhia de seu irmão Luiz, da Ordem Dominicana, por ordem de seu pai, fez uma visita a seu tio Cesare, cônego da Basílica de Loreto e a um parente de seu pai, Frei João Batista da Civitanova, guardião de um convento dos capuchinhos, levando para ambos carta de Sante Possenti em que este pedia examinassem a vocação do jovem. Tanto o cônego como o capuchinho carregaram bastante as cores da vida austera na Congregação dos Passionistas, que absolutamente não lhe conviria, a ele, moço de dezoito anos, acostumado a seguir às suas vontades, sem restrição de comodidades. A visita à Santa Casa em Loreto Francisco aproveitou largamente para recomendar-se a N. Sra. Não mais arredou do caminho encetado. De Loreto foi para convento Morrovale, dos Passionistas onde já em 21 de setembro de 1856 recebeu o hábito com o nome de Gabriel dell’Adolorata. Admitido no noviciado, escreveu ao pai e aos irmãos, comunicando-lhes o fato. Ao pai pede perdão, aos irmãos recomenda amor filial e boa conduta. A carta, embora de simplicidade encantadora, é um documento admirável de sentimento filial e católico. Aos companheiros seus de estudo dirigiu cartas também. Despede-se, pede perdão de maus exemplos que julgava ter dado; aconselha-os a fugir das más companhias, do teatro, das más leituras e das conversas inúteis.

Convencidíssimo da sua vocação religiosa, longe do mundo, da sociedade e da família, não mais teve outro ideal que subir as culminâncias da perfeição. Inconfundível era sua personalidade no meio dos seus companheiros do noviciado. Sem perder as notas características do seu caráter, a jovialidade, a alegria de espírito, a amenidade de trato, era ele inexcedível não só na exatidão do cumprimento dos exercícios regulares, como também na prática das virtudes cristãs e monásticas. E se perscrutarmos as causas profundas desta mudança radical na vida de Gabriel, duas conseguiremos encontrar, aliás suficientes e esclarecedoras: o ardente amor a Jesus Crucificado, à Santa Eucaristia, sua devoção singular a Mãe de Deus, em particular à Nossa Senhora das Dores e sua inalterada mortificação, por meio da qual deu morte aos seus desordenados apetites, um por um.

Tendo corrido o ano de provação, Gabriel foi admitido à profissão e mandado para várias casas da Congregação, com o fim de completar os seus estudos de teologia. Durante os anos de preparação para o sacerdócio, superiores e companheiros viram no santo jovem o modelo mais perfeito de todas as virtudes, e cumpridor exatíssimo dos seus deveres.

Quando chegou à idade de vinte e três anos, anunciaram-se os primeiros sintomas da moléstia, que no prazo de um ano havia de levá-lo ao túmulo: a tuberculose pulmonar. O longo tempo da sua enfermagem Gabriel o aproveitou para ainda mais se aprofundar na sua devoção predileta à Sagrada Paixão e Morte de Jesus Cristo e à Maria Santíssima, mãe das dores. Em fevereiro de 1862 ainda pôde andar e receber a santa comunhão na igreja, junto com seus companheiros. Inesperadamente o mal se agravou; foi preciso avisá-lo para receber os últimos sacramentos. A notícia assustou-o por um momento só; mas imediatamente recuperou a habitual calma, que logo se transformou numa alegria antes nunca experimentada. O modo de receber o santo viático comoveu e edificou a todos que assistiram.

Não mais largava a imagem do crucificado, que cobria de beijos, e ao seu alcance tinha a estátua de N. Sra. das Dores, que freqüentemente apertava ao seu peito, proferindo afetuosas jaculatórias, como estas: “Minha mãe, faze depressa!” – “Jesus, Maria, José, expire eu em paz em vossa companhia!” – “Maria, mãe da graça, mãe da misericórdia, do inimigo nos protegei, e na hora da morte nos recebei”. – Poucos momentos antes do desenlace, o agonizante, que parecia dormir, de repente, todo a sorrir, virou o rosto para esquerda, fixando olhar para um determinado ponto. Como que tomado de uma grande comoção diante de uma visão impressionante, deu um profundo suspiro de afeto e nesta atitude, sempre sorridente, com as mãos apertando as imagens do crucifixo e da Mater dolorosa, passou desta vida para a outra.

Assim morreu o santo jovem na idade de vinte e quatro anos, na manhã de 27 de fevereiro de 1862. Foi sepultado na igreja da Congregação, em Isola Del Gran Sasso. Trinta anos depois fêz-se o reconhecimento do seu corpo. Nesta ocasião com o simples contacto de suas relíquias verificou-se a cura prodigiosa de uma jovem que a tuberculose pulmonar tinha reduzido ao último estado. Reproduziram-se aos milhares os prodígios que foram constatados à invocação do Santo.



SINAL MARAVILHOSO DO VULTO DE NOSSA SENHORA REFLETIDO NOS OLHOS DO VIDENTE MARCOS TADEU NA APARIÇÃO DE 29 DE OUTUBRO DE 2017

sábado, 28 de outubro de 2017

JANINA MÁRTIR DO SANTO ROSÁRIO

Esta é Janina, assassinada por seu amor ao Rosário na União Soviética

Janina Jandulska era uma mulher ucraniana com deficiência que aos 30 anos organizou um grupo para rezar o Rosário, mas em 1937 foi presa e acusada pela União Soviética de dirigir uma organização política subversiva, o que finalmente lhe custaria a própria vida.

O ‘National Catholic Register’ recolheu a história desta mulher católica da Ucrânia, um país que, depois da Revolução Bolchevique de 1917 começou a fazer parte da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS).

Naquela época, o ditador Josef Stalin e as autoridades comunistas tinham assumido o antigo Império russo. Quando estavam fortes no poder, perseguiram todos os cristãos que viviam em seu território.

Em 1937, Janina Jandulska vivia com a sua mãe na vila ucraniana de Wierzboviec e, assim como muitas pessoas em sua aldeia, começou a fazer parte de um grupo de oração chamado Rosário Vivo.

Estes tipos de grupos organizados por leigos, que ajudaram a ensinar o catecismo aos jovens e proporcionaram apoio espiritual e moral a muitos católicos, passaram a surgir logo depois que a URSS começou a fechar os seminários e prender os sacerdotes.

Apesar dos riscos, Janina aceitou ser anfitriã de uma das reuniões do Rosário Vivo em sua casa. Entretanto, um oficial comunista foi alertado sobre este acontecimento e informou às autoridades.

Quando a polícia chegou à casa de Janina, ela foi presa e o promotor fez algumas perguntas para ela. A seguir, a descrição:

– “Você é encarregada do Rosário?”

– “Sim, eu sou a encarregada do Rosário Vivo. Mas não é uma organização, simplesmente rezamos a Deus”.

– “Quantas pessoas estão ai?”

– “Quinze”.

– “Quinze! E você diz que não é uma organização. Quem te recrutou e quem te enviou literatura?”

O promotor não aceitou a resposta de Janina quando disse que o Rosário Vivo simplesmente se reunia para rezar a Deus. Então ele afirmou:

– “Mas Deus não existe!”

– “Para você, Deus não existe, mas para nós Deus existe”.

O promotor olhou para a mulher com deficiência na frente dele e assinalou:

– “Mas agora você está aqui (então) quem te substituirá?”.

– “Alguém que acredita em Deus”, respondeu Janina.

Pouco tempo depois, avisaram para a mãe de Janina que a sua filha estava morta. A causa da morte foi falsamente definida como uma “infecção hepática”, entretanto, mais tarde descobriram que tinham atirado na cabeça dela.

Atualmente, na aldeia de Wierzboviec existe uma humilde igreja católica e dentro do templo há uma foto de Janina, onde ainda rezam e recordam-se dela.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

JACAREÍ, 22 DE OUTUBRO DE 2017



(Maria Santíssima): “Queridos filhos, hoje, novamente chamo todos vocês ao verdadeiro amor!
Imitem o amor dos santos, para que vocês possam ter por Deus o amor filial que Ele deseja.
Os seus corações, filhinhos, ainda tem o amor interesseiro dos favores e graças de Deus e ainda tem o temor servil, ou seja, servem a Deus como escravos que temem o castigo que podem receber de seu Senhor se não O obedecerem.
Esse amor e esse temor não são os perfeitos. O temor que Eu quero de vocês é o temor amoroso, o temor de Deus, o receio de ofender e magoar a Deus e perdê-Lo por toda a eternidade e o amor que Eu quero de vocês é o amor filial, o amor que busca, que procura tão somente amar o Pai, comprazer o Pai, satisfazer o Pai e dar alegria e glória ao Pai por Ele mesmo. Por isso, rezem, rezem, rezem para que os corações de vocês possam criar este verdadeiro amor e este perfeito temor de Deus como os santos tiveram pois somente assim vocês serão dignos do Paraíso e alcançarão a perfeita santidade que agrada a Deus.
Rezem pela conversão dos pecadores pois o tempo se esgota e o número daqueles que se perdem aumenta dia após dia. Não descansem um minuto na oração pela conversão dos pecadores.
Rezem para que vocês possam receber a Minha chama de amor e com ela abrasar o mundo inteiro com o amor filial a Deus.
Rezem o Meu Rosário todos os dias. O Rosário é a fonte dos santos, a escola dos santos e a verdadeira fábrica dos santos.




SINAL DO VULTO DE NOSSA SENHORA REFLETIDO NOS 
OLHOS DO VIDENTE MARCOS TADEU NO DIA 22 DE OUTUBRO DE 2017


A todos Eu abençoo com amor e especialmente a você, Meu amadíssimo Marcos. O Meu filhinho Geraldo, nas noites que passava nas igrejas adorando o Meu Filho Jesus em oração, viu você várias vezes em visão e viu sobretudo também o filme da vida dele que você faria. Ele, na sua época, não sabia o que era aquilo e Eu lhe expliquei que era uma invenção moderna desses tempos do século 20, através da qual ele seria muito conhecido e muito amado por muitas almas, graças a esse filme que você fez. Ele exultou e rejubilou-se de alegria por saber que a vida dele mesmo depois de tantos séculos seria de novo conhecida e através dela muitas almas se converteriam e se tornariam apaixonadas pelo Senhor e por Mim, sobretudo, muitos jovens desejariam seguir o exemplo do Meu filho Geraldo vivendo em santidade e amor completo a Deus. Por isso, filhinho, Geraldo rezou muito por você, Ele te amou muito mesmo quando já estava na Terra.
Vá em frente Marcos e continue mostrando e dando a todos os Meus filhos a vida do Meu servo Geraldo, para que muitas almas especialmente muitos jovens sigam-No pelo caminho da santidade e do verdadeiro amor.
Eu te abençoo e abençoo a todos e também o Meu amadíssimo filho Carlos Tadeu, de Mater Domini, de Fátima e de Jacareí.”

sábado, 21 de outubro de 2017

CONHEÇA MARIA HELENA CHARTUNI QUE RESTAUROU A IMAGEM ORIGINAL DE NOSSA SENHORA APARECIDA

As 15 promessas de Nossa Senhora para os que rezarem seu Rosário.

Ao longo dos tempos, várias foram as aparições de Maria Santíssima aos homens. As promessas das aparições consistem propriamente em fugir do pecado, buscar a santidade e viver as mensagens por elas anunciadas. Entre as aparições mais recentes, também é muito comum o pedido para que as pessoas recitem o Rosário.

A devoção do Santo Rosário surgiu quando a Santíssima Virgem apareceu a São Domingos de Gusmão e entregou esta poderosa arma na luta contra os hereges de seu tempo.

Posteriormente Nossa Senhora apareceu a um frade, dominicano, chamado Alano de la Roche que recebeu algumas promessas que destinavam-se às pessoas que fossem fiéis a devoção do Rosário. Foram elas:

1) Quem Me servir constantemente rezando o Meu Rosário, receberá qualquer graça especial.

2) A todos aqueles que devotamente rezarem o Meu Saltério, prometo a Minha especialíssima proteção e grandes graças.

3) O Rosário será uma arma potentíssima contra o inferno, destruirá os vícios e o pecado e abaterá as heresias.

4) O Rosário fará florescer as virtudes e as obras santas, fará conseguir às almas as copiosas misericórdias de Deus, desapegará os corações dos homens do amor vão do mundo e os levantará ao desejo das coisas eternas. Oh, quantas almas se santificarão por este meio!

5) A alma que se recomendar a Mim, com o Rosário, não perecerá.

6) Todo aquele que rezar devotamente o Rosário com a contemplação dos seus sagrados mistérios, não será oprimido pelas desgraças, não será castigado pela justiça de Deus, e não morrerá de morte repentina, mas se converterá se for pecador, se conservará em graça, se for justo, e se fará digno da vida eterna.

7) Os verdadeiros devotos do Meu Rosário não morrerão sem os Santíssimos Sacramentos.

8) Os que rezarem o Meu Rosário terão em vida e na morte a luz e a plenitude da graça e em vida e na morte serão admitidos a participar dos méritos dos bem-aventurados do Céu.

9) Os devotos do Meu Rosário que forem para o Purgatório Eu os libertarei no mesmo dia.

10) Os verdadeiros filhos do Meu Rosário gozarão grande glória no Céu.

11) Tudo o que for pedido pelo Rosário será concedido.

12) Os que propagarem o Meu Rosário serão por Mim socorridos em todas as suas necessidades.

13) Eu consegui do Meu divino Filho que todos os da Confraternidade do Rosário tenham, por seus confrades, todos os da corte celeste em vida e na morte.

14) Os que rezarem o Meu Rosário são Meus filhos e irmãos de Jesus Cristo, Meu Unigênito.

15) A devoção ao Meu Rosário é um grande sinal de predestinação.

Estas promessas, segundo a tradição, foram feitas pela Santíssima Virgem ao Patriarca São Domingos e ao Beato Alano de La Roche, e vêm referidas por Coppestein, por Miecoviense, por V. Sarnelli, por Santo Afonso de Ligório, por Auriemma, por Morassi, por Reveglione d. C. d. G., por Pasucci, por Lavazzuoli, por Pradel, e, enfim, por muitos Breves dos Sumos Pontífices.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

SINAL DO VULTO DE NOSSA SENHORA REFLETIDO NOS OLHOS DO VIDENTE MARCOS TADEU NA APARIÇÃO DO DIA 15 DE OUTUBRO DE 2017
















JACAREÍ 15 DE OUTUBRO DE 2017


SINAL DO VULTO DE NOSSA SENHORA REFLETIDO 
NOS OLHOS DO VIDENTE MARCOS TADEU
NA HORA DA APARIÇÃO


(Maria Santíssima): “Queridos filhos, hoje, quando vocês já estão celebrando aqui o Meu filho São Geraldo venho dizer-lhes: Sejam novos Geraldos, vivendo em contínua oração como o Meu filho São Geraldo vivia. Rezando o Santo Rosário todos os dias como Ele rezava com um amor, uma piedade e devoção angélicas.
Sejam outros Geraldos vivendo na penitência, no sacrifício como Ele vivia oferecendo tudo pela conversão dos pecadores e pela salvação da humanidade. Para que assim, com a vossa vida de sacrifício e de amor vocês possam aplacar a Ira da Justiça Divina justamente inflamada pelos pecados da humanidade inteira. E assim, possam alcançar para todo o mundo a misericórdia e a paz.
Sejam novos Geraldos vivendo uma vida de verdadeiro amor como Ele vivia.
Em verdade Eu digo: Em Materdomini, na Itália, não havia ninguém como o Meu filho Geraldo na sua época. Ele era um Anjo de Amor, Seu Amor era tão grande que atraía a Mim e ao Meu Divino filho a Ele.
E por isso descíamos muitas vezes do Céu para nos deleitarmos no amor da alma dele, para Nos consolarmos no amor Dele, para descansarmos na fresca brisa do amor sobrenatural dele. E para verdadeiramente, Nele encontrarmos o amor, encontrarmos a correspondência, o carinho e a obediência que sempre desejamos de todos os Nossos filhos.
Vivendo como Ele viveu, amando como Ele amou, sendo como Ele foi, sofrendo por amor a Deus como Ele sofreu vocês verdadeiramente serão novos Geraldos que com a sua vida darão a Deus e a Mim o verdadeiro amor que aqui Eu vim procurar.
Continuem rezando o Meu Rosário todos os dias, por meio dele sempre cada vez mais transformo vocês em novos Geraldos de amor. E faço em vocês verdadeiramente crescer Minha Chama de Amor.
Pratiquem as virtudes, sejam humildes, renunciem à vaidade, renunciem ao orgulho, à preguiça, renunciem a toda a soberba de vocês.

A todos Eu abençoo com amor em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.”




(São Geraldo): “Amados irmãos Meus, Eu, Geraldo, venho hoje até vocês para dizer com Amor: Sejam chamas de amor vivo a Deus e a Mãe de Deus... Por uma vida de verdadeiro amor, de verdadeira oração, humildade, desapego de vocês mesmos e do mundo, uma vida de verdadeira ascese, subida espiritual para Deus, procurando sempre mais viver em Deus uma verdadeira vida de amor.
O Amor é Deus e aquele que ama vive em Deus e Deus vive nele. Mas, para viver esse verdadeiro amor é preciso primeiro desapegar-se, desfazer-se do homem velho e renascer da água e do espírito como uma nova criatura em Deus.
Isso será feito em vocês, se vocês verdadeiramente lançarem fora de seus corações todo o sentimento de amor às coisas mundanas e abrirem os seus corações ao amor das coisas celestes. Isso só se consegue pela oração.
Por isso: rezem, rezem, rezem até que vocês tenham a força de lançar fora do coração todo o amor às coisas mundanas e coloquem em seus corações o amor às coisas celestes, às coisas da Mãe de Deus. Então, verdadeiramente, vocês se tornarão nova pessoa, nova criatura.
A pessoa que vocês eram já não existirá mais, e então, Deus vendo que suas almas estão cheias de amor pelas coisas celestes virá até vocês, fará morada em vocês, realizará grandes coisas em vocês e por meio de vocês iluminará com a Sua Graça e o Seu Amor o mundo inteiro.
Eu, Geraldo, estou junto de vocês em toda a tribulação, não temam nada porque Eu estou com vocês e por fim a Mãe de Deus triunfará.
Rezem o Rosário todos os dias para que o Triunfo Dela aconteça em vocês. Quando vocês tiram dos seus corações o amor às coisas mundanas, quando vocês morrem para vocês mesmos e colocam no coração o amor às coisas celestes e procuram fazer só a vontade de Deus e viver para Ele, o Coração de Maria já começa a triunfar em vocês.
Comecem o Triunfo, comecem a rezar e o Triunfo acontecerá.
Eu, Geraldo, amo a todos e especialmente a você Marcos, o Meu mais querido e amado irmão. Fique sabendo que Eu também tive muitas visões suas em Materdomini.
A Mãe de Deus Me mostrou muitas vezes você lá no Santuário Dela. E naquelas visões Meu Coração se encheu de grande alegria, por saber que no futuro Ela teria aqui no Brasil o grande Apóstolo e Eu teria um grande amigo.
Eu te vi fazendo o Meu filme, o filme da Minha vida que tanta luz, tanta graça, tanto amor levou às almas. E o Meu Coração rejubilou muito feliz por saber que um dia Eu seria muito conhecido graças a você, muito amado! E por meio de Mim a Minha Rainha, a Minha Senhora e o Meu Jesus também seriam muito conhecidos e muito amados.
Vai em frente Meu irmão, amigo e cavaleiro da Imaculada! Vai à frente, vai em frente Meu zuavo, Meu soldado de amor.
Vai e anuncia a todo o mundo a Minha vida, mostra a todo o mundo a Minha vida luminosa para que todos Me conheçam e por meio de Mim conheçam quanto é bela a santidade e muitos jovens desejem também como Eu serem santos.
Eu te amo muito Marcos, na hora da Minha morte a visão de você foi o Meu grande consolo, foi verdadeiramente para Mim um momento de amor e gratidão supremos à Mãe de Deus, por saber que Eles no futuro iriam suscitar um grande Apóstolo Dela, um grande Apóstolo e amigo Meu.
Sim, Minhas orações serviram para que a Mãe de Deus te escolhesse também, que Ela te tomasse como seu Servo, Seu Apóstolo e Cavaleiro. E por meio de você fizesse grandes coisas em toda a humanidade.
Minhas orações também serviram para ajudar a Mãe de Deus a realizar Seu Plano de Amor Aqui. Serviram para alcançar muitas graças para todos esses Meus irmãos que estão Aqui e que Me ouvem agora.
Por isso, exulte seu coração, rejubile-se! Rejubile-se também porque o Frei Joaquim do Monte Carmelo, um dia também teve uma visão sua no Coro da Basílica antiga de Nossa Senhora Aparecida. E ali naquela visão ele te viu fazendo muitos e muitos Rosários Meditados para Ela, muitos e muitos filmes para Ela.
E mesmo sem entender muito bem o que seria aquilo no futuro, Ele compreendeu que você daria grande glória a Ela e seria um grande Apóstolo. E por isso ele sentiu-se muito consolado em meio à árdua empresa que ele teve na construção daquela grande Igreja para a Mãe de Deus.
Alegre-se porque você foi um consolador de um grande santo no passado. Alegre-se porque você foi também Meu consolador, é o consolador da Mãe de Deus. E todos aqueles que a amarem com a mesma chama de amor que você também se tornarão consoladores Dela, se tornarão chamas incessantes de amor.
Eu fui Anjo de Muro Lucano e a você Eu chamo chama incessante de amor da Mãe de Deus de Jacareí.
A você e a todos Eu abençoo com amor de Materdomini, de Muro Lucano e de Jacareí.”

(Maria Santíssima sobre os Terços tocados por Ela): “Conforme já disse aonde quer que um desses Terços chegue ali Eu estarei viva, com o Meu filho Geraldo levando grandes graças do Senhor para todos.
Vão na Paz do Senhor, a todos novamente abençoo, cubro com o Meu Manto e deixo a Paz.”

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

SINAL DO VULTO DE NOSSA SENHORA REFLETIDO NOS OLHOS DO VIDENTE MARCOS TADEU NA APARIÇÃO DO DIA 11 DE OUTUBRO DE 2017










RETUMBANTE RESULTADO DA ANÁLISE DO VULTO DE NOSSA SENHORA SOBRE O VIDENTE MARCOS TADEU E SEU PAI CARLOS TADEU NA PROCISSÃO DE OUTUBRO DE 2016

FOTO 1: FOTO ORIGINAL DO VULTO AZUL SOBRE O VIDENTE MARCOS TADEU E O SEU PAI ESPIRITUAL CARLOS TADEU DURANTE A PROCISSÃO. PARECE SER O VULTO DE NOSSA SENHORA COM UM VÉU ESVOAÇANTE QUE OS COBRE POR CIMA E PELOS LADOS. TEM OS BRAÇOS ABERTOS E AS MÃOS SE APRESENTAM COMO LUZES DE UM BRILHO INTENSÍSSIMO. É TAMBÉM MUITO INTENSO O BRILHO DO SEU ROSTO. UM HALO EXTERNO AZUL MUITO BONITO, COMO UMA AURÉOLA LUMINOSA DIFUSA, RODEIA O VÉU AZUL, FONTE LUMINOSA DE NOSSA SENHORA. 





FOTO 2: ANÁLISE NA RADIAÇÃO INFRAVERMELHA: O VULTO AZUL APARECE NA COR BRANCA. ISTO SIGNIFICA QUE IRRADIA MUITO CALOR, QUE A TEMPERATURA DO CORPO ESTÁ MUITO QUENTE. ESTA IMAGEM LUMINOSA TEM 3 DIMENSÕES POIS O VÉU NOS MOSTRA UM VOLUME EM TODO O SEU PERFIL. TEM-SE A IMPRESSÃO DE QUE UM VÉU TRANSPARENTE LUMINOSO COBRE O ROSTO DO VIDENTE MARCOS E DE SEU PAI CARLOS TADEU. O ROSTO, AS MÃOS E UM DETALHE EM FRENTE AO ROSTO DO VIDENTE MARCOS, TÊM UMA LUZ MISTERIOSA DESCONHECIDA, QUE NÃO É CAPTADA PELOS RAIOS INFRAVERMELHOS. SUPÕEM-SE QUE SÃO ONDAS DE RADIAÇÃO SUPERIORES ÀS ONDAS DA LUZ DO INFRAVERMELHO. NOTAM-SE TAMBÉM VÁRIAS BOLAS LUMINOSAS QUE SE DESTACAM COM O FUNDO DA LUZ BRANCA DO VULTO. 
ESTA TEMPERATURA DE LUZ DO VULTO É MUITO ALTA, POIS É BEM SUPERIOR AOS CORPOS QUENTES DAS PESSOAS PRESENTES NA PROCISSÃO. É UM CORPO VIVO. 
AQUI NOSSA SENHORA NOS SURPREENDE MAIS UMA VEZ ACOMPANHANDO OS SEUS FILHOS PREDILETOS, O VIDENTE MARCOS TADEU E O SEU PAI ESPIRITUAL CARLOS TADEU, DEIXANDO O SINAL DA SUA PRESENÇA JUNTO DELES.




sábado, 7 de outubro de 2017

ESMAGADOR RESULTADO DA ANÁLISE DO VULTO DE NOSSA SENHORA NOS OLHOS DO VIDENTE MARCOS TADEU NO DIA 19 DE SETEMBRO DE 2017 E ANÁLISE DE COMPARAÇÃO COM A LUZ DO ALTAR

ANÁLISE FEITA PELA SENHORA RAFFAELLA BOMPIANNI FORMADA EM FOTOGRAFIA E COM MAIS DE 30 ANOS DE EXPERIÊNCIA NO TRABALHO FOTOGRÁFICO NA ITÁLIA E ESPANHA



FOTO 1: FOTO ORIGINAL DO VIDENTE MARCOS TADEU NO MOMENTO DA ELEVAÇÃO DOS TERÇOS À NOSSA SENHORA. OBSERVA-SE O SINAL DO VULTO BRANCO REFLETIDO NOS SEUS OLHOS. ESTA FOTO PERMITE OBSERVAR QUE A ILUMINAÇÃO DO ROSTO DO VIDENTE PROVÉM DA LUZ DA CÂMERA FILMADORA À SUA DIREITA. O REFLEXO DO VULTO DE LUZ QUE ESTÁ NOS OLHOS ESTÁ CENTRALIZADO NA PUPILA, PORTANTO NÃO PODE SER REFLEXO DA LUZ LATERAL DA FILMADORA.  



FOTO 2: FOTO AMPLIADA DOS OLHOS E DO REFLEXO DO VULTO BRANCO. 



FOTO 3 E 4: ANÁLISE NA RADIAÇÃO INFRAVERMELHA COM ADIÇÃO DA LUZ VERMELHA: NUMA ANÁLISE DE LUZ INFRAVERMELHA, ESTUDA-SE A PRESENÇA DE UM CORPO OU OBJETO QUENTE NO MOMENTO EM QUE ELE É OBSERVADO. NORMALMENTE NÃO SE ANALISA UMA FOTO, POIS UMA FOTO SÓ PODE EMITIR O CALOR ESPECÍFICO DAS SUAS CORES, E NÃO DO CALOR DE UM CORPO.  É IMPORTANTE OBSERVAR QUE NESTE CASO O QUE ESTAMOS ANALISANDO NÃO É UMA FILMAGEM OU UMA CENA AO VIVO, MAS SIM UMA SIMPLES FOTO DE UM VULTO QUE ESTÁ REFLETIDO NOSSO OLHOS. UMA FOTO DE UM CORPO OU OBJETO REFLETIDO EM ALGUMA SUPERFÍCIE NÃO PODE REFLETIR CALOR AO SER ANALISADO PELOS RAIOS INFRAVERMELHOS, MAS SOMENTE O CALOR REFLETIDO DA COR DESTE REFLEXO, POIS CADA COR TEM O SEU CALOR ESPECÍFICO.  





ATRAVÉS DOS RAIOS INFRAVERMELHOS, OBSERVAMOS QUE O ROSTO PERDE MUITA LUZ, ENQUANTO QUE O REFLEXO DO VULTO NOS OLHOS AUMENTA A SUA LUMINOSIDADE, CONFIRMANDO ASSIM QUE A FORTE LUZ LATERAL DA FILMADORA DEIXOU A SUA TEMPERATURA IMPRIMIDA NO ROSTO DO VIDENTE MARCOS TADEU, É ARTIFICIAL E NÃO É MUITO QUENTE. O REFLEXO DO VULTO PORÉM, É UM CORPO VIVO E NÃO É SOMENTE UMA REFLEXÃO MAS TEM LUZ E CALOR PRÓPRIOS. É COMO SE ESTIVÉSSEMOS OLHANDO UM CORPO MUITO QUENTE AO VIVO. 

PARA COMPLEMENTAR O TESTE DESTA LUZ DO VULTO REFLETIDO, FOI ADICIONADA A LUZ VERMELHA PARA TESTAR AS LUZES ARTIFICIAIS QUE DEVERIAM AUTOMATICAMENTE PASSAR PARA O VERMELHO. PORÉM O REFLEXO DO VULTO CONTINUOU IMUTÁVEL, SEMPRE NA SUA FORTE LUZ BRANCA.  

ESTE RESULTADO ELIMINA QUALQUER PROBABILIDADE DE MANIPULAÇÃO EM PROGRAMAS PROFISSIONAIS. ESTE VULTO REFLETIDO ESTÁ VIVO NA FOTO E EMANA UM GRANDE CALOR DE UM CORPO VIVO A ALTAS TEMPERATURAS. SE ESTA IMAGEM DO VULTO BRANCO ESTÁ VIVO NO REFLEXO DOS OLHOS, ELA TAMBÉM ESTÁ VIVA DIANTE DO VIDENTE MARCOS TADEU. E AQUI NESTE REFLEXO, É REALMENTE NOSSA SENHORA, A MÃE DE DEUS QUE APARECE COM AS MÃOS UNIDAS EM ORAÇÃO, COMPROVANDO O QUE ELA DIZ EM JACAREÍ: “REZEM, REZEM E REZEM!”


ANÁLISE DE COMPARAÇÃO ENTRE A ILUMINAÇÃO DO ALTAR NA HORA DAS APARIÇÕES E O SINAL DO VULTO ILUMINADO REFLETIDO NOS OLHOS DO VIDENTE MARCOS TADEU: 

FOTO 1: FOTO ORIGINAL DA LUZ DO SOL LUMINOSO DO ALTAR DO SANTUÁRIO. ESTA FOTO FOI TIRADA DURANTE A PALESTRA LOGO APÓS A APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA NO DIA 1° DE OUTUBRO DE 2017. O VIDENTE MARCOS ESTÁ MOSTRANDO NESTE MOMENTO QUE ESTA É A ILUMINAÇÃO EXISTENTE NA HORA DA APARIÇÃO. SÃO RAIOS DE LUZ LUMINOSOS QUE ESTÃO ACESOS POR DETRÁS DA IMAGEM DE NOSSA SENHORA RAINHA E MENSAGEIRA DA PAZ. A IMAGEM DE NOSSA SENHORA FICA SEM LUZ DIANTE DELA NA HORA DA APARIÇÃO. 



FOTO 2: ANÁLISE NA RADIAÇÃO INFRAVERMELHA: OS RAIOS DE LUZ DAS LÂMPADAS ACESAS EMITEM O CALOR ESPECÍFICO DA SUA COR BRANCO-AZULADA. PORÉM A IMAGEM DE NOSSA SENHORA ESTÁ TOTALMENTE SEM LUZ. ESTÁ APAGADA E É POSSÍVEL APENAS NOTAR A SUA SILHUETA NA SOMBRA FORMADA PELA ILUMINAÇÃO SITUADA ATRÁS DA IMAGEM. 




FOTO 3: TOMAMOS COMO EXEMPLO A ÚLTIMA ANÁLISE NO INFRAVERMELHO, DO REFLEXO DE NOSSA SENHORA NOS OLHOS DO VIDENTE. COMPARANDO A FOTO DA IMAGEM NO INFRAVERMELHO DE NOSSA SENHORA NO ALTAR E DA IMAGEM REFLETIDA NOS OLHOS, VEMOS CLARAMENTE QUE AS LUZES SÃO OPOSTAS:  
A IMAGEM DE NOSSA SENHORA NO ALTAR ESTÁ PRETA, NÃO ILUMINADA. A LUZ ESTÁ APENAS AO REDOR DA IMAGEM DE NOSSA SENHORA. 
A IMAGEM DE NOSSA SENHORA REFLETIDA NOS OLHOS DO VIDENTE MARCOS TADEU ESTÁ MUITO ILUMINADA, ESTÁ ACESA. O REFLEXO ESTÁ MAIS ILUMINADO DO QUE O BRANCO DOS SEUS PRÓPRIOS OLHOS QUE JÁ SÃO POR SI, UM CORPO QUENTE. E NÃO HÁ NENHUM RAIO LUMINOSO AO REDOR DESTE REFLEXO. 

PORTANTO A LUZ DOS RAIOS DO SOL DO ALTAR NÃO É ABSOLUTAMENTE A MESMA LUZ REFLETIDA DO VULTO DE NOSSA SENHORA NOS OLHOS DO VIDENTE MARCOS TADEU. O REFLEXO VERDADEIRO DE NOSSA SENHORA DURANTE A APARIÇÃO É VISTO APENAS NOS OLHOS DO VIDENTE E NÃO PROVÉM DE NENHUMA LUZ ARTIFICIAL DO ALTAR. SÃO DE ORDEM SOBRENATURAL. DEUS NOS DEU A CIÊNCIA PARA ANALISAR ESTES SINAIS, CABE A NÓS ACEITÁ-LOS E VÊ-LOS COM OS OLHOS DA FÉ.


quinta-feira, 5 de outubro de 2017

TERÇOS ENSINADOS POR NOSSA SENHORA NAS APARIÇÕES DE JACAREÍ

1-  TERÇO DA PAZ



Oferecimento do Terço: Divino Jesus ...

Nas três primeiras contas do terço: Vinde Espírito Santo pela porta do Coração Imaculado de Maria.

Creio

Medita-se os mistérios do Rosário da Ave Maria
(Meditando todos os mistérios Gozosos , Dolorosos e Gloriosos = Rosário ,um dos mistérios é o Terço)

No lugar do Pai Nosso, reza-se: ó Maria , Rainha e Mensageira da Paz , intercedei a Paz ao mundo inteiro.

No Lugar das Ave Marias, reza-se: Rainha e Mensageira da Paz , rogai a Deus por nós.

No final de cada mistério: Glória ao Pai , ao Filho e ao Espírito Santo , assim como era no princípio agora e sempre amém.

Ó Meu Jesus , perdoai-nos e livrai-nos do fogo do inferno , levai as almas todas para o céu e socorrei principalmente as que mais precisarem da Vossa Misericórdia
Ó Maria concebida sem pecado : Rogai por nós que recorremos a Vós e por todos aqueles que ainda não recorrem a Vós.
Santo Anjo da Paz : Rogai por nós

(Pode se fazer outras invocações segundo o costume)

No final do Rosário (ou terço) reza-se: Pelas Vossas Lágrimas de dor , ó Mãe , Livrai o mundo das guerras e das forças infernais. (3x)

Oração final: Ó Maria , Rainha e Mensageira da Paz , nós vos suplicamos : Trazei a Paz ao Mundo inteiro. Paz na Igreja , Paz nas famílias , Paz nos corações , Paz no mundo inteiro. Que todos nós sejamos como Vós : Mensageiros e instrumentos da Paz. Que o Espírito Santo Santificador venha com o Dom da Paz pela Porta do Vosso Coração Imaculado. Que a Paz do Vosso Coração Imaculado , ó Maria destrua as forças do inferno. Ó Jesus , Príncipe e Senhor da Paz , tende piedade de nós e do mundo inteiro. Amém


TERÇO DA EUCARISTIA
(Rezar ajoelhado)
Meditação dos Mistérios


1º-Nosso Senhor alimenta uma multidão de 5 mil pessoas.
2º-Nosso Senhor promete a Eucaristia dizendo:" Eu sou o pão do céu".
3º-Nosso Senhor sacia uma multidão de 4 mil pessoas.
4º-Nosso Senhor institui a Santíssima Eucaristia na Última Ceia.
5º-Mistério da Esperança: Contemplamos a promessa de Triunfo do Reino Eucarístico de Jesus unida à do Triunfo do Imaculado Coração de Maria.


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Nas três primeiras contas:
Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-vos. Peço-vos perdão por todos aqueles que não crêem, não adoram, não esperam e não vos amam.

Nas contas grandes:
Santíssima Trindade, Pai Filho e Espírito Santo, eu vos adoro profundamente. Ofereço-vos o preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Presente em todos os Sacrários da terra, em reparação pelos ultrajes, blasfemais, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E peço-vos pelosmerecimentos infinitos de Seu Santíssimo Coração e pela intercessão do Imaculado Coração de Maria, a conversão de todos os pobres pecadores. Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão por todos aqueles que não crêem, não adoram, não esperam e não Vos amam.

Nas contas pequenas:
Graças e Louvores sejam dados por meio de Maria a todo o momento, ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento.

No fim de cada mistério:
Glória ao Pai...Ó Maria, Mãe da Eucaristia, fazei que eu ame o vosso Filho Jesus, presente no Sacrário, sem cessar, noite e dia. Bendito e Louvado para sempre seja, o Santíssimo Sacramento.

Nas três últimas contas:
Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro.

Oração final:
Ó Jesus, sabemos que estás realmente presente no Santíssimo Sacramento de Altar. Nós desejamos consolá-lo pelos sacrilégios e pecados com que és ofendido neste Sacramento Admirável. Nós nos unimos aos coros dos Anjos para adorar-vos. Nós nos unimos aos coros dos Santos para adorar-vos. Nós nos unimos com toda a Igreja para adorar-vos. Nós vos oferecemos esta oração em reparação pelos pecados, sacrilégios, e blasfêmias com que és ofendido. Louvado sejas para sempre. Amém.