terça-feira, 27 de outubro de 2020

AS APARIÇÕES DE NITAPE- PERU

APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA DE NITAPE- PERÚ

Ao pôr-do-sol de 31 de maio de 1973, Teodora Gonzáles Torres caminhava com suas irmãs Alicia e Magdalena em direção a sua casa na Fazenda Santa Clara (Nitape), no fim dos estudos na Escola Primária Feminina em Olmos. A pouca distância de sua casa, passando pela Capela da Cruz de São Francisco, Teodora ouviu uma voz suave que repetia seu nome. Ela parou por um momento para ver quem estava chamando por ela. Ela olhou em volta e não havia ninguém. Aquela voz estranha ficava repetindo Teodora ...! Teodora! ..
Então ela perguntou à sua irmã 
Magdalena se ela ouvia alguma coisa, que respondeu que não.

Ela continuou caminhando mais alguns passos e estando na frente de uma alfarrobeira parou e fixou o olhar no topo da árvore e em seus galhos que tremiam de todos os lados, ela viu uma mulher alta e em pé que parecia cair . Teodora estava com medo, mas com o passar dos segundos, ela se acalmou e sorrindo olhou para a senhora que estava vestida de branco com um véu azul claro na cabeça e também carregava um rosário e um livrinho nas mãos. Era a Virgem Maria. 

Os comentários sobre a Aparição se espalharam rapidamente por Chiclayo, Piura, Lima, de tal maneira que os principais meios de comunicação do norte, como La Industria de Chiclayo e El Tiempo de Piura, deram uma cobertura jornalística nunca antes vista. As versões da menina Teodora despertaram o interesse da Igreja, de tal forma que o pároco de Olmos, Antonio Vigil Chávez, pediu-lhe que falasse com a Virgem e lhe pedisse uma prova da sua presença. As conversas entre Teodora e a Virgem continuaram dia após dia. 

Voltando um dia depois de assistir às aulas, ela perguntou a Nossa Senhora: “Virgencita..virgencita..Qual é o seu nome .. ? e a Virgem respondeu: .. "EU SOU A VIRGEM MARIA IMACULADA CONSAGRADA, MÃE DE CRISTO, VIVO PEREGRINANDO E PEÇO A MEUS FILHOS, NESTE LUGAR PARA CELEBRAR UMA MISSA EM MINHA HONRA E CONSTRUIR UM CONVENTO ... VOU FAZER UM MILAGRE EM 18 DE JULHO E TODOS VERÃO OS SINAIS DA MINHA PRESENÇA..”. 

Assim, muitos peregrinos começaram a chegar a partir de 17 de julho (1973) a este local e na mesma noite a Virgem se manifestou no céu, formando uma bela palma luminosa cobrindo toda a extensão da árvore, estendendo-se até o Cerro Pumpurre por um período de 5 minutos. Em seguida, ela desapareceu deixando um aroma perfumado de cheiro de rosas.

 No dia seguinte, 18 de junho, Nitape foi povoada por milhares de peregrinos que chegaram de diferentes partes do Peru e do Equador para testemunhar as provas que a Virgem havia prometido à menina. Depois da missa realizada na igreja matriz de Olmos, o pároco e a menina dirigiram-se ao local das aparições. Faltando apenas alguns metros, as gotas de chuva começaram a cair. Era meio-dia da manhã e o ar estava fresco. Já na árvore, Teodora subiu a uma mesinha e enquanto a menina olhava para o céu, ouviu-se um barulho misterioso e diante da atenção do povo viu-se no céu, como que, uma espécie de cortina se abrir para dar passagem ao sol, mas foi escondido novamente e imediatamente em uma segunda oportunidade a cortina foi aberta e a estrela-real (sol) começou a girar em alta velocidade parecendo um disco emitindo faíscas e seus raios foram observados na árvore da qual luzes coloridas foram liberadas predominantemente amarelo. O sol baixava e subia espalhando cores segundo testemunho da professora de Teodora que esteve presente com todos os alunos neste milagre.
Vendo isso, as pessoas exclamaram..Milagre…!!!Milagre ….  Assim, nesses momentos, as dúvidas de quem não acreditava no que a menina dizia foram esclarecidas e a Aparição confirmada.

 Depois da Aparição, a fé do povo cresceu muito pois Nossa Senhora realizou aí muitos milagres. 
As Pessoas vieram de diferentes partes do país e do exterior em peregrinação à Pequena Árvore de Nitape. Nossa Senhora fez muitas curas neste dia, curou paralíticos, surdos, paciêntes cardíacos, pessoas com câncer e outras doenças.

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